terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Adquira já o NOVO Guia Nascentes do Paraíba do sul 
com pesquisas do João Rural, com 999 Fotos 
1000 onde comer, 450 Pousadas e hotéis 
650 atrações turísticas e culturais.

Clique na imagem e saiba como comprar o seu. 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

João Rural e Paraibuna na Rede Minas





O caipirismo de Paraibuna, foi destaque num dos maiores programas de comida do Brasil, na Tv Rede Minas.

Confira os vídeos abaixo:



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Virado de frango Sabor dos romeiros - Vale do paraíba


O prato dos romeiros

Nos bons tempos de romaria pra Aparecida, feita em caminhões, os romeiros tinham um prato preferido. Era o virado de frango, preparado em casa, de madrugada e levado em panelas enrolaas em pano de prato. Quando chegavam em Aparecida, já estava quase na hora do almoço e a panela era aberta e cada um com um prato ia se serv indo. As crianças adoravam, principalmente para comer o pirão de farinha de milho que tinha um sabor especial, devido ao jeito que era feito. Eu mesmo adoava, quando minha família ia pra lá.(foto) 
 
Este prato é mais um que vai pro Paiol da Sustancia.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Torresmo pururuca é atração de Silveiras


Silveiras realiza todo final de agosto de agosto a Festa do Tropeiro. Dentro do calendário o almoço tropeiro é o atrativo principal. Mas o melhor da cidade é o que vai junto com a comida. O torresminho pururuca, preparado durante uma semana inteira, por um grupo de cozinheiros. Por isso merece entrar para o Paiol da Sustância.
    
 









segunda-feira, 13 de agosto de 2012

De fusca ou de kawasaki


Andando por ai sempre se encontra gente na mesma situação. Quer seja um caipira de fusquinha como nós, ou gente montada em máquinas motorizadas. E foi em São Luiz que encontramos o pessoal do Destino Incerto. Montados em possantes kavasaki, ficaram curiosos com nosso fusquinha e noss perfil caipira. Fizeram matéria pra entrar brevemente no site deles www.destinoincerto.com.br e acertamos outras parcerias com o Instituto Chão Caipira, pra que os amantes das trilhas conheçam um pouco mais de nossos costumes e atrações em suas viagens.
É o caipirismo sendo objeto de procura pelos paulistanos.


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

MOVIMENTO CUMÊ DIVAGARINHO PREMIA PRATOS


Estivemos neste dia 5 de julho, em São Luiz do Paraitinga, participando da Festa da Cozinha Caipira, promovida pelo Comtur da cidade. Na ocasião o Instituto Chão Caipira, entregou o título de Paiol da Sustância, pra duas receitas originais do município.
Foram agraciados o pastel de angu, tradicional nos bares e mercadão da cidade e o doce Pra já, feito de rapadura e ovos, uma receita recolhida com a saudosa D. Cinira Santos.
Os dois pratos são os primeiros a entrar no Paiol da Sustância, que irá escolher outros pratos em outras cidades do Vale do Paraíba. 



Dona Nena fazendo o Pra Já
























Pra já





Pastel de Angu
Dona Fatima, Entrevistada pela Vanguarda
Dona fatima e João Rural




Receitas:  Pastel de Angu e Pra Já, no link  
http://paioldesustancia.blogspot.com.br/

segunda-feira, 23 de julho de 2012

CUMÊ DIVAGARINHO EM SÃO LUIZ DO PARAITINGA






O Instituto Chão Caipira foi criado há dois anos em Paraibuna pela família Faria, tendo como diretor cultural o pesquisador e culinarista João Rural. A entidade que é uma OSCIP, sem fins lucrativos, visa a pesquisa e difusão da cultura caipira em todo o Vale do Paraíba, 
 
O Instituto já conta com um portal na internet, a TV Chão Caipira, onde estão sendo postados materiais culturais do arquivo pessoal de João Rural. O culinarista pesquisa o Vale do Paraíba há mais de trinta anos e tem cinco livros lançados sobre a região e 5 sobre Paraibuna, onde vive.
O portal vai, a partir do próximo ano preparar novos materiais da região, cobrindo as festas e pesquisando a cultura regional.
  
CUMÊ DIVAGARINHO -
Este ano a entidade lançou o Movimento Cumê Divagarinho, com o objetivo de levantar os princípios da verdadeira cozinha caipira e seus pratos centenários. O movimento vai abrir espaço também para os cozinheiros, pesquisadores, amantes da boa comida e estudantes de gastronomia para pequenos cursos ou rodas de conversas sobre o assunto.
Para isto já está realizando palestras e cursos em várias cidades. Em primeiro de junho o movimento foi apresentado em São Paulo, durante a realização do Paladar - Cozinha do Brasil, onde João Rural levou o café com rapadura, o bolinho caipira e a farofa de içá.

PAIOL - 
 Entre as várias ações do Cumê Divagarinho será a busca e resgate de pratos antigos autênticos, ainda existente na região, pratos que estão sumindo e receitas esquecidas . Assim foi criado o Paiol da Sustância, como símbolo de se guardar as coisas para o futuro.
Em São Luiz do Paraitinga os primeiros pratos a serem outorgados com o título são o pastel de angú e o doce Pra Já da D. Cinira.

PASTEL -
 Uma tradição de várias cidades do Vale, mas que em São Luiz ganhou o nome de pastel de angú, sendo feito de farinha de milho e recheado de carne moída; Ainda pode ser encontrado no mercadão e em bares da cidade.

PRA JÁ -
 pra já é um doce relatado pela saudosa D. Cinira, em 1986, para o culinarista João Rural, que gravou a receita na época. O doce é simples e rápido, por isso o nome. É feito de rapadura derretida e ovos.
Informações


João Rural Tel. (12) 9763-2815

joaorural@bol.com.br
 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Paraibuna





Sabores bem bolado
Na beira da represa, onde pode-se passar o dia, tomando banho, velejando e, lógico, saboreando os pratos do local. O peixe frito vem primeiro, opção de muita gente que frequenta o local. Mas o Marcão, como bom caipira que é, não esqueceu de incluir no cardápio o frango caipira e a costelinha de porco. Pratos que são servidos somente nos finais de semana.
Bem Bolado – Rodovia dos Tamoios, km 45 + 5km (Comércio). Tel. (12) 3974-3537 




Nem só mandi
A beira do Rio Paraíba do Sul, um reduto para amantes da boa pescaria de barranco. Além de pescar, os visitantes podem saborear os peixes praparados no lugar. Tem como destaque a traíra em iscas, fritas no ponto. Serve ainda tilápia e lambari.
Pesqueiro Mandizeiro
Estrada do Comércio, km 4
Tel. (12) 3974-0466




Esperando com bons sabores
Um lugar que sempre teve o atrativo dos sabores. Antigamente era a parada de quem se dirigia ao litoral. Está ali a famosa frase “Nós que aqui estamos por Vós esperamos”. O pequeno bar que fez história é um dos redutos de sabores inusitados. Seu João comanda o bar e sua esposa Marlei prepara as delícias, que tem miúdos de frango, frango frito, joelho de porco,  peixe frito e o tradicional torresmo em tiras.
Bar do João Mineiro
Pça Prof. Benedito Mário Calazans, s/n.
Tel. 3974-3410

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Veja a participação do João Rural no Cozinhas do Brasil em São Paulo



Dia 1 de julho estivemos em São Paulo, de chapéu de palha e o fusquinha 
comandado pela Jéssica. Fomos participar do Cozinha Brasil, do caderno 
Paladar do jornal O Estado de São Paulo. Interessante a reação das pessoas 
com o assunto da cozinha caipira, muitas vezes dando uma conotação 
folclórica, deixando de lado a importância social do assunto.

No final, o que foi bom, foi o interesse de muita gente, de chefs locais 
e o interesse da editoria do próprio jornal que organizou o evento.

Veja nesta edição algumas reportagens e comentário publicados no caderno Paladar.








Durante muito tempo a vergonha foi um ingrediente tão importante na cozinha caipira quanto o queijo, a rapadura e a mandioca. “O paulista nega suas origens quase como uma vergonha”, discursou o chef Ivan Achcar. Sem saber o que disse o colega, o pesquisador João Rural bateu na mesma tecla: “A comida caipira precisa ser colocada no seu devido lugar. Todo mundo tem vergonha de falar que faz. Diz que faz comida gaúcha, mineira, paulista…”.

Há dez anos, quando João dava uma palestra sobre o assunto, não conseguia juntar dez pessoas. Este ano discursou durante uma hora para 90, e ficou mais meia hora autografando livros. Os chefs Ivan Achcar e Bella Masano assumiram suas porções caipiras e saíram em defesa do outrora renegado cuscuz paulista. Sim, houve um grande avanço – mas ainda falta.

Talvez o desafio atual dessa culinária de séculos ligada ao tropeirismo seja o de perder o complexo diante da mineira (sua filha). A cozinha caipira é um antepasto de espertezas: “O caipira não é burro – serve a comida no fogão porque sabe que, na mesa, vai esfriar”, afirmou João Rural, que há anos roda o Vale do Paraíba em seu fusca colhendo receitas e a tradição oral da culinária. “O sucesso da nossa gastronomia tá embaixo do nosso pé, ele tá na terra.” A cozinha caipira não precisa ser bonitinha nem folclórica, apenas ser angu, ser frango caipira, couve, cará e doce de leite. Pronunciar seus “erres” sem… vergonha.

A cozinha sertaneja enfrenta desafio parecido. É que o sertanejo e o caipira são irmãos distantes que não se falam muito, mas basta uma ligação telefônica para lembrarem o quanto são próximos. E esse entrecruzamento de arraigadas tradições brasileiras foi o alicerce de quatro aulas do 6.º Paladar – Cozinha do Brasil: Cozinha Caipira, de João Rural; Cozinha e Mesa Paulista, de Bella Masano e Ivan Achcar; Cozinha de Raiz do Sertão, de Ana Rita Suassuna; e Origem Sertaneja, de Rodrigo Oliveira e Wanderson Medeiros.
As coisas mais simples são mais difíceis porque requerem muito mais alma”, diz Ana Rita Suassuna,entre erudito e popular, entre o lírico e oreceitas. “Represento um bando de minoria: sou mulher, nordestina, sertaneja, velha e falo de comida de pobre”, disse, com “fibra de Maria Bonita”.

Rodrigo Oliveira e Wanderson Medeiros, chef do Picuí, em Maceió, tentavam explicar que o sertanejo é o essencial e que, para ele, ter já é fartura. Como exemplificou Ana Rita Suassuna com o ferro de passar queijo, “engomar” queijo não era o luxo que é engomar o jornal, e sim uma estratégia para fazer o alimento durar de um inverno a outro.

Rodrigo, acostumado a nadar contra a corrente (quebrou imperativos geográficos na Pauliceia), aproxima João Rural e Ana Suassuna: “O sertanejo e o caipira têm em comum o fato de fazerem uma grande cozinha com pouquíssima coisa em mãos. Nós não temos a diversidade da Amazônia”.

Sertão e roça


João não sabia nada sobre Ana Rita nem Ana Rita sobre João. Mas eles se cruzaram e começaram a conversar. “Você cozinha?” Ela disse que era “uma fazedora de comida doméstica; é no lar que a comida é legitimada”. João concordou. “Quando eu vou às casas das pessoas e observo o jeito como se põe a banha de porco na panela me sinto privilegiado.” João, que ouvira antes Ana falar em “comida de pobre”, engatou: “Conheci uma mulher do Vale do Ribeira que fazia pratos com banana e dizia que era ‘comida de pobre’. Comida de pobre, não, é a comida do futuro!” Ana Rita contou: “Tem um francês que me perguntou ontem ‘como é que uma coisa é tão gostosa e tão simples e não é conhecida?”




João Rural e seu chapéu (Foto: Amanda Nogueira)

Farofa de içá e bolinho caipira de farinha
branca (Foto: Amanda Nogueira)

Com fala mansa, em tom de conversa, ele deu uma aula sobre a cozinha caipira que conhece de perto. Vindo de Paraibuna, a “Paris” do Vale do Paraíba, o culinarista caipira – com muito orgulho, sim, senhor! – falou da importância de preservar as tradições e disse que a cozinha caipira está ganhando espaço ao lado de outras consagradas como a italiana e a mineira. “Eu esperava estar num lugar desses há muito tempo, finalmente está acontecendo”, contenta-se com o auditório de 90 pessoas que estavam interessadas em saber como separar a banha do porco e dessalgar carne seca, por exemplo.

Foi com os mais clássicos pratos da região do interior paulista que João Rural conquistou os presentes. O bolinho caipira de farinha de milho branca recheado com carne de linguiça, grande sucesso das quermesses regionais, se juntou no mesmo prato à farofa de içá e foi servido com café com rapadura.


A etiqueta é simples, mas importante: é preciso apreciar, cozinhar e comer com calma. “A maneira de cozinhar, o fogo, a consistência do alimento, o sabor real da comida caipira não é o mesmo com fogão à gás. A comida caipira é pra comer devagarinho”, ensina João. Caipira que é caipira não tem pressa, come os alimentos da época e não abusa dos temperos. Depois dessa aula, além dos gostinhos dos pratos típicos, ficou a vontade de desacelerar. 


 O interior chegou para conquistar a cidade grande no último dia da 6ª edição do Paladar – Cozinha do Brasil. João Rural veio com seu fusquinha, fez questão de desfilar com seu chapéu de palha e achou graça de quem o olhava curioso pelos corredores. Topou com a escritora Ana Rita Suassuna, sábia conhecedora da comida sertaneja nordestina que foi logo disparando: “eu também represento minorias, sou mulher, nordestina e sertaneja”. “E ainda tem alguns chefes que tratam nossa comida como folclore e não como costume social”, queixa-se João.













Joao Rural com seu fusca na frente do hotel Grand Hyatt,depois de sua palestra. Foto: Tiago Queiroz/AE

Em 2008, Madonna aterrissou no Grand Hyatt São Paulo em um Mercedes Benz CLS Wagon. Em 2010, Paul McCartney veio a bordo de um portentoso Audi Q7. Em 2012, João Rural chegou de chapéu de palha dirigindo um fusquinha 82. É com ele que o pesquisador percorre o Vale do Paraíba para pesquisar a cozinha caipira. Sabe como é que é, fuscas têm apelidos… “Não, o meu não tem, dar nome em fusca é bullying”, ri-se João, que, de partida, no fim do evento, entrou no banco do passageiro, pois quem dirige é Jéssica, sua assistente. “Ele queria cochilar após o almoço, mas eu tô com saudade dos meus cavalos.” Ela assumiu o volante. E pé na estrada.





Veja tambem :  http://calungacorderosa.blogspot.com.br/










segunda-feira, 2 de julho de 2012

UM CAIPIRA EM SÃO PAULO



Dia 1 de julho estivemos em São Paulo, a convite do caderno Paladar do jornal O Estado de São Paulo.  Fomos ao Cozinha do Brasil, representar a comida caipira do Vale do Paraíba, onde falamos sobre o valor do sabor caipira para uma sala com cerca de 100 pessoas, interessadas no assunto. Pra fechar o assunto todo, servimos para os paulistas boquiabertos, o café com rapadura, o bolinho caipira e a farofa de içá. Nem precisa comentar muito a reação de espanto. 

Aproveitamos pra lançar lá, o Movimento Cumê Divagarinho, que vai ser instalado em Paraibuna, pelo Instituto Chão Caipira, objetivando o engrandecimento da comida caipira.  



Veja nos link as matérias sobre o assunto 


 
http://blogs.estadao.com.br/paladar/cume-divagarinho/

http://blogs.estadao.com.br/paladar/video-joao-rural-faz-aula-reflexiva-sobre-cozinha-caipira/

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Paraibuna


Italiano com caipira
A família Stábile chegou em Paraibuna no final do século XIX. Um deles, Nicolau, logo conheceu uma afamada quituteira da cidade, que tinha sua banquinha na Rua da Bica. Logo, os dois se uniram e a cidade ganhou uma preciosidade. Os italianos conheciam a “fogaccia”, mas como por aqui a farinha de trigo era escassa, ele resolveu usar a farinha de milho e polvilho. Nasceu assim o pastel de farinha de milho recheado com carne de músculo do boi, que era cozida pra fazer o também tradicional fogado. Os dois pratos atravessaram o século, primeiro nas mãos de um dos filhos, o Manezinho e depois pelas mãos das netas, que preparam a mesma receita até hoje. Um dos bisnetos continua servindo o fogado com a receita secular, usando a o musculo de boi e o tutano. Outro neto voltou para o Mercadão, oferecendo o pastel todos os dias.
Pastel do Manezinho - Rua da Bica, 3. Tel. (12) 3974-0166
Casa do Fogado - Rua da Bica, 13
Café do Mercadão - Box 9 - Todos os dias 






Linguiça presidencial
A família Demarchi começou a produzir linguiças, no Bairro da Vargem Grande, há 15 anos. Dentre os vários tipos de produtos, principalmente a calabresa tradicional, criaram uma fininha, em gomos e defumada.  Há 10 anos, o Presidente Lula conheceu o produto, devido a amizade com a família Demarchi. Como o Lula gostou e falou pra uma jornalista, esta batizou o produto de “Lulinha”, cujo nome pegou e a família Demarchi adotou, com toda a aprovação presidencial.
Frigorífico Frimarchi
Estrada dos Tamoios, km 55+ 3 km (estrada Tamoios-Mogi).
Tel. (12) 3974-7171 / 9728-4013








O gosto da chapa a lenha
O lanche na chapa a lenha tornou-se atração gastronômica na Tamoios. Nasceu num pequeno bar no centro de Paraibuna, na década de 50. Foi a família Vieira e Silva que começou a servir o lanche dessa maneira, quando a estrada passava pelo centro da cidade. Na década de 60 mudaram para um bar em frente ao cemitério, onde ampliou o sucesso. Na década de 70, mudaram para a Rodovia dos Tamoios, consolidando os lanches, principalmente o de calabresa, com salada, acebolado ou com queijo. O segredo do sabor está justamente na lenha que consegue obter um fogo de alta temperatura, segurando assim os temperos na carne, ao contrário da chapa a gás que deixa o tempero escorrer fora da carne.






segunda-feira, 18 de junho de 2012

Natividade da Serra


 Tacho quente
Goiabada, pessegada, bananada e muito mais. Tudo depende da época das frutas para virarem deliciosos doces. A Dona Terezinha é a responsável por essa alquimia centenária. Em sua casa simples, prepara tudo no tacho de cobre, em fogão a lenha. São frutas que vem do pomar plantado no próprio sítio.
Dona Terezinha
Estrada Redenção/Natividade da Serra (próximo a chegada da cidade)
Tel. (12) 3671-1183




Peixe na prainha

Próximo à represa, mora o Kaé. E ali mesmo ele tem uma pousada e um restaurante que serve comida trivial. Além dos sabores, o Kaé é de bom papo e conhece tudo da região, tornando-se um informante natural do turismo local. Dentre seus pratos serve sempre peixe frito como tilápia, traíra e outros pescados na própria represa.
Restaurante do Kaé
Rua da Prainha Tel. (12) 3677-1337

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Monteiro Lobato



Sabor de Livro

  
É na Estrada do Livro que fica a Fazenda do Pica Pau Amarelo, construída em 1870 e, segundo a proprietária, onde nasceu o escritor Monteiro Lobato.  Mas é pelo estômago que D.Maria Lucia Ribeiro prende os visitantes. A doçaria, geleias e licores com frutas nativas têm sabores de abóbora, limão, cidra, carambola, mamão e até coquinho. Serve café e comida caipira sob reserva, para grupos.
Estrada do Livro, km 14. Tel. (12) 9711-3748


Dois Pastéis



Mas tudo é a mesma coisa. Antes era um só, funcionando há 40 anos. Ponto tradicional de parada dos viajantes. O pastel com vários tipos de recheio continua a mesma coisa. Os herdeiros da tradição, Jackson e Luis Antonio ,desdobraram a tradição em dois, e o sucesso continua.
Pastelaria Cuca - P. Comendador Freire, 43 e 45. Tel. (12) 3979-1271 / 3979-1280


Parada doce
É realmente uma parada muito doce. O tradicional bar de Monteiro Lobato, com 40 anos, preserva a qualidade dos bons doces do lugar. Tudo usando frutas de época como goiaba, laranja, figo, jabuticaba e os imperdíveis doces de leite molinho e de leite azedo. 
Doceria Urupês
Largo Comendador Freire, 70
Tel. (12) 3979-1122


segunda-feira, 4 de junho de 2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Lavrinhas





Bisteca afogada
Bisteca de porco é quase unanimidade na região. Mas prepará-la como antigamente é coisa difícil de se encontrar. A Néia do Paulo, do balneário Rancho Zé João, tem essa manha, que passou pra suas cozinheiras. Ela simplesmente tempera a carne com sal e alho e frita em pouco óleo. Deixa fritar um pouco dos dois lados e vai respingando água aos poucos. Assim, a carne cozinha e frita ao mesmo tempo, ficando macia. Isso é só pra quem segue o rito de se preparar um bom prato.
Rancho do Zé João
Estrada Capela do Jacu. Tel (12) 3146-1357

Ovão verdinho
O ovo é um alimento que não falta em lugar nenhum. No Quiosque da Dora, vem em forma de omelete, mas com 15 tipos de legumes e enrolado, enchendo o prato que serve duas pessoas tranquilamente. É o Omelete Recheado da Dora.
Quiosque da Dora
Rua Manoel Machado, 579
Tel. (12) 3146-1464

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Lagoinha





O porco da D. Lia
Chegando na cidade, é só perguntar pela D. Lia. Seu pequeno restaurante está sempre cheio de passantes em busca de suas delícias caseiras. Dois pratos chamam a atenção: a batatinha frita em rodelas e a carne de porco na banha. D. Lia começou num casarão, no centro da cidade, onde ficou oito anos. Há 16 anos serve a mesma qualidade no atual restaurante, que funciona somente no almoço. A carne de porco é preparada em fogão a lenha, com a receita antiga.
Rua Major Soares, 198. Tel. (12) 3647-0236



Requeijão de Prato
Lagoinha é o município maior produtor de leite da região do Vale do Paraíba. Por isso mesmo é grande na cidade o uso do leite pra doces variados, queijos e o famoso requeijão de prato. Você encontra essa delícia nas padarias e bares locais, pois são produzidos em sítios da região.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Guararema


Bolinhos da Roça
Um chef de cozinha e uma jornalista se uniram primeiro por amor. Depois, o que nasceu? O que ninguém esperava: o Roça Chic, criado por Rogério Machado e Ana Claudia, bem no centro da cidade. Depois de estudarem nas melhores escolas, acabaram voltando pro colo da mãe, isto é, a tradição caipira. Rogério cuidou de preparar o local e Ana foi buscar com a mãe Ana Calderaro e a avó Benedita Calderaro as receitas e as tradições de antigamente. Bolinhos, pasteis e deliciosos bolos atraem quem quer tomar um café diferente. Na mesa tem bolinho caipira, bolinho de inhame, bolinho de chuva, pastel de farinha e bolão de fubá com queijo.   Rua Cel. Ramalho, 54. Tel. (11) 7187-6441

Receita

Bolinho de Chuva
Ingredientes
1 ovo
1 colher (sopa) de manteiga
6 colheres (sopa) de açúcar cristal
1 colher (sopa) de fermento
2 dedos de leite (num copo)
1 pitada de sal
farinha de trigo
Como fazer: Bater o ovo, o açúcar, o sal e a manteiga até ficar cremoso. Adicionar a farinha de trigo e, aos poucos, ir mexendo. Tem que ficar em ponto firme para poder fazer as bolinhas com as mãos. Pode-se fritar na hora ou congelar. Fritar em gordura quente.

Receita
Bolinho Caipira
Ingredientes
1 kg de farinha de milho amarela
1 kg de linguiça de porco
1 xícara (chá) de farinha de mandioca
1 litro de água fervente
3 dentes de alho amassado
1 xícara (chá) de óleo
1 colher de sal
salsinha e cebolinha picada 
Como fazer: Ferver a linguiça e soltar a carne. Refogue com o alho, óleo, sal e cheiro verde. Misturar tudo com a farinha de milho. Vá colocando a água fervente aos poucos e mexendo até cozinhar e ficar em ponto de enrolar com a mão. Faça os bolinhos pequenos e frite em óleo quente, que deve cobrir todo o bolinho.


A Rabada do Engenho

Este ano tem festa no Engenho do Salto. É que o local vai comemorar 100 anos de atividades rurais. Começou com seu Brasílio Ferreira, tirando leite e produzindo a cachaça “Parahyba”.  Sua filha casou-se com Sidney Panegasse e continuam tocando o engenho agora conhecido como “Cachaça 77”.  Depois de muitos pedidos dos apreciadores da boa caninha, criaram um bar para servir porções. Foi um passo para nascer o Restaurante do Engenho, onde delícias da comida caipira são servidas no fogão a lenha todos os sábados e domingos. Destaques para o frango caipira, polenta, costela no bafo e a tradicional rabada com polenta.  Rod. Dutra/Mogi, km 77 + 1,5 km.
Tel. (11) 4693-1156

A Rabada do Engenho
Receita
Rabada
Ingredientes
1 rabo de boi
sal com alho
200g de bacon
200g de linguiça calabresa desmanchada
cheiro verde
folhas de louro
água
Como fazer: Cortar o rabo de boi em pedaços e limpar bem. Escaldar com água fervente. Numa panela grande frite o bacon, a linguiça e sal com alho e cheiro verde. Adicione os pedaços da rabada e coloque o molho de tomate e folhas de louro. Coloque água até cobrir, acerte o sal e deixe cozinhar em fogo baixo por três horas. No fogão a lenha fica melhor. Quando amolecer,  sirva quente.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Cunha




 Doces Campestre
Na beira do Rio Paraitinga, o casal Domingos e Clélia faz a alegria dos apreciadores de um bom doce típico. Há 25 anos eles preparam com o mesmo esmero cerca de 15 doces de frutas, tudo em tacho de cobre e fogão a lenha. Saem do tacho em calda ou em barras. Destaques para doce de leite, abóbora com coco, figo, goiabada, casca de laranja azeda e o raro doce de cidra.
Rod. Guará-Paraty, km 32
Tel. (12) 3119-6132






 Receita
Carne seca com quibebe
Limpe e corte a carne seca em cubos e cozinhe até amolecer. Desfie tudo e frite com azeite, alho e sal, cebolinha verde e reserve.
Faça uma farofa, usando 1/2 xícara (chá) de azeite, 2 colheres (sopa) de manteiga, para fritar azeitona picadinha, cebola picadinha, alho com sal e cenoura ralada. Adicione farinha de milho sem macerar.
Faça o quibebe de abóbora madura, temperando a gosto e deixando cozinhar até desmanchar.
A couve é refogada normal. O arroz carreteiro é com linguiça, bacon, cebola, pimentão picadinho e cenoura ralada. Sirva no mesmo prato em separado.


Sabores do Quebra
O mineiro Wilmar é engenheiro, mas há 15 anos resolveu parar sua tropa em Cunha, criando o charmoso Restaurante Quebra Cangalha. Primeiro na zona rural, por três anos, e agora no centro da cidade. Durante este tempo desenvolveu com sua mulher, Vera Sorgiacomo, pratos com características regionais apresentados com novo visual. Assim, nasceram delícias com carne seca, mandioca, leitão, linguiça e outros ingredientes regionais. Serve ainda outros pratos como truta, carnes bovina e suína, shitake, massas e saladas.
Rua Manoel Prudente de Toledo, 540.
Tel. (12) 3111-2391

quinta-feira, 3 de maio de 2012


  Regina, João Rural, Chef Angelita e Chef Fazzio.



Cumê Divagarinho em São Paulo
No final de abril estivemos em São Paulo, no Restaurante Garimpos do Interior, da minha amiga chef Angelita. Lá apresentamos nosso Movimento Cume Divagarinho aos seus clientes e também autografamos nosso livro “ Causos e Sabores das Nascentes”
Foi muito bom encontrar os velhos amigos e criar novas amizades interessadas na nossa cultura. Aos poucos estaremos em outros locais apresentando o proejto. Fomos destaque na imprensa local, inclusive numa citação da Vejinha São Paulo.



segunda-feira, 23 de abril de 2012

Roteiro do Sabor 3






Cruzeiro




Goiaba de orelha
A Essência do Vale nasceu da paixão de uma família pelos sabores típicos. Começou com o simples pão com linguiça, que ainda serve. Aos poucos, sob a direção da Helena, foi crescendo. Passou a servir comida com truta, carnes e produtos de milho. Entrou na produção de doces e geleias com frutas de época. Atualmente prepara cerca de cem variedades, incluindo produtos dietéticos. Destaque para o doce de goiaba em pedaços, conhecido também como “doce de orelha”.
Essência do Vale – Rod. Cruzeiro/Minas, km 221
 Tel. (12) 3144-3322

Suã vermelho
Arroz vermelho com suã, prato típico de Cruzeiro, tem história. Era um prato usado pelos viajantes em Minas Gerais, chegando ao Bairro do Batedor pelas mãos da família Martins há cerca de 50 anos. A pequena residência da família tornou-se um ponto de encontro de amigos e políticos que procuravam a delícia preparada pela D. Vicentina. A filha, D. Maria José, continua a preparar o prato até hoje, mas só sob encomenda para grupos. Quem prepara também é Maria Lúcia, que faz a receita somente em eventos ou a pedidos para festas e grupos.
D. Maria José – (12) 9117-3818
D. Maria Lucia – (12) 3144-6046/9132-3830